quarta-feira, 20 de outubro de 2010

-"Cala-te com isso, meu..."
-"Meu não, minha!"
-"Meu amor..."

Cenas que me deixam feliz.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Sabem, há uma série de coisas que eu não tolero.
Chamem-lhe o que quiserem, manias, taras, pancas, mas o que eu sei é que são poucas e pequenas coisas, mas que me deixa fora de mim: tirarem-me algo das mãos, amachucarem-me as folhas e afins, mexerem nas minhas coisas sem pedir, e o pior, lerem as minhas mensagens (ou mails ou cenas do Msn, enfim, tudo o que faça parte do meu domínio privado).
Acho que é uma falta de respeito, não acham?
É que as pessoas têm que saber até onde podem ir, têm que distinguir os limites nas coisas que fazem, mas antes de as fazerem!
Isto parte de cada um, não é uma questão de sermos nós a darmos mais ou menos confiança. Não! Nós é que temos que saber respeitar o espaço do outro, dos outros.
Bah, hoje estou chateada, mesmo... Como disse, é das poucas coisas que me tiram do sério.
Eu engulo muita coisa, mas lerem uma mensagem que eu enviei e responderem fazendo-se passar por outra pessoa, isso não deixo passar.

domingo, 17 de outubro de 2010

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Só me faltou o teu abraço. Só me falta o teu abraço.

"Umas pestanicas tão lindas... Porque estás a afogá-las? Limpa os olhicos...
Eu estou sempre aqui!"

Por causa disto é que me custa. Não sei se devo arriscar, porque acho que já arrisquei demais, que já dei demais. Mas não quero ficar agarrada a ti. E quero ficar agarrada a ti. Porque eu dou sempre demais e nunca tenho aquilo que procuro. Porque não quero falar disto contigo, mas tenho necessidade de falar de tudo contigo. Porque já "me lês os olhicos", como tu dizes.


sábado, 9 de outubro de 2010

2ª, 4ª, 6ª.

"Olha, encontrei uma mão!"
E caminham de mãos dadas. Próximos. Abraçados depois.
E a areia branca à noite parecia ainda mais bonita para eles.

domingo, 3 de outubro de 2010

Tal como eu li em algum lado, o que me custa mais é esticar a mão para te alcançar, e ver que me foges.
E sentir que, de facto, já não é a mesma coisa.
Que não tens necessidade de olhar para mim como eu olho para ti.
Que não sentes aquela vontade de me abraçar quando me vês, como eu sinto.
Que desvias o olhar quando eu o encontro na minha direcção.
Que eu tento manter a normalidade, a casualidade, e que tu pareces nem isso deixar.
Que estou à espera do que não vem.
Ou estava.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Adoro que alguém esteja a ler uma revista e arranque uma página para mim.
Porque tem um texto "que eu devia ler", para "abrir os olhos".
É que gostei mesmo do gesto...
Ainda há pessoas que me conhecem. Yeah! :)