sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Embrulhaaaaa, Liliane. x)

"De que te adianta andar a conhecer mais e mais pessoas? Porque procuras nos outros aquilo que sabes onde está? Podem ter uma qualidade ou outra, mas sabes bem o que queres, desde o início sabias. Só ele é que as tem, todas. Estás a fugir porquê, rapariga? Ele só é especial para ti. E isso...tem que ter uma razão."



quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

E ele ficou para trás, olhou à volta, e disse-lhe: "Olho para as outras e penso: Ela está comigo."
E ela parou de caminhar, porque tinha o coração nas mãos e um sorriso que dura dias e dias...



quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Às vezes encontro coisas bonitas...

...e verdadeiras.




«There's a reason I said I'd be happy alone. It wasn't 'cause I thought I'd be happy alone. It was because I thought if I loved someone and then it fell apart, I might not make it. It's easier to be alone, because what if you learn that you need love and you don't have it? What if you like it and lean on it? What if you shape your life around it and then it falls apart? Can you even survive that kind of pain? Losing love is like organ damage. It's like dying. The only difference is death ends. This? It could go on forever.»

domingo, 25 de dezembro de 2011

Indecisa. Não sei o que quero. Sei o que não quero, sei quais as coisas que quero...mas não sei a quem dar a oportunidade de me dar isso. E isto está a matar-me.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

"Sentes que o tempo acabou..."

Ontem foi, provavelmente, o último dia de praxe na nossa Faculdade.
Começamos já este mês as mudanças para o novo edifício. E sinceramente, eu não queria. Vai ser tudo tão diferente... Vamos deixar de ter o nosso cantinho, de ter tudo só para nós, as nossas regras sem que ninguém metesse o nariz, vamos ter que conviver todos os dias com outros cursos. E não me parece que vá resultar muito bem. Também pode trazer coisas boas, e assim espero, mas estávamos tão habituados a olhar à volta e reconhecer todos os rostos... Pode parecer estúpido, mas aquele lugar diz-me tanto...
Não consegui conter uma lagrimazinha quando ouvi o "Força Farmácia" a ressoar naquela entrada, naquelas paredes, e pensei que podia ser a última vez; e olhava para aquele chão, aquelas escadas, o candeeiro, para uma casa onde cresci tanto, onde vivi tanto...
Já o disse aqui, e repito: só quem vive o que vivemos sabe do que falamos. Eu tento explicar a quem me rodeia, mas o que as palavras mostram não chega sequer perto daquilo que se sente.
Quero acreditar que vamos mudar de casa, mas levaremos connosco o espírito, a tradição, a mesma força de sempre. É agora que precisamos mostrar a união que exigimos a todos os que lá entram.
Ok, estou nostálgica. Mas a nossa faculdade era a mais bonita... :) Tudo o que lá vivi, virá comigo. Farmácia é Farmácia, seja onde for. *.*


"Capa negra de Saudade, no momento da partida, segredos desta cidade, levo comigo para a vida."





terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Bocadinhos de amor

Temos um bolo grande. Pode ser de chocolate. E partimos. E repartimos...
E vamos dando bocadinhos àqueles que queremos fazer felizes.
Mas há quem devolva a fatia sem lhe tocar, e ficamos com aquela sensação de que não fomos bons o suficiente, que não fizemos o que esperavam, que não somos o que esperavam de nós...
Outras vezes provam, comem enquanto apetece, e brincam com o resto, ou estragam, ou então deixam no cantinho da mesa, disfarçado...
É o mesmo que acontece com os bocadinhos de amor. Repartimos o que está cá dentro, e no final, temos sentimentos contrários: ou nos devolvem o nosso amor intacto, e aí sentimo-nos abaixo de tudo e de todos; ou estragam, destroem os pedacinhos de nós mesmos, e nós sentimo-nos desprezados, porque esperávamos que cuidassem dele, como nós faríamos...
Há ainda uma terceira hipótese: guardar mais de metade do bolo para quem aparentemente não tem fome. Passam anos sem que vejam o que estamos a reservar. Até que um dia nos cansamos e deitamos tudo fora.
Se não dão valor aos nossos bocadinhos, que espalhamos com tanto carinho, é porque possivelmente fomos nós a dar importância em demasia. O que custa é aceitar isso.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

“Ame muitas coisas, porque é no amar que reside a verdadeira força. Quem ama muito conquistará muito, e o que for feito com amor estará sempre bem feito.”

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Finalmente.
Horas que parecem minutos quando não queremos que o tempo passe.
(Era uma vergonha nunca ter andado, e passar por ele quase todos os dias...)



terça-feira, 15 de novembro de 2011



Porque esperar, às vezes, dói.
Porque controlar, às vezes, cansa.
Porque, às vezes, precisamos mesmo de um abraço.
De um abraço que diga tudo.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Hoje percebi que não posso caminhar ao teu lado.
Atrapalho-te.
Simplesmente devia manter-me atrás de ti. Afinal, é o último local para onde vais olhar. E só o vais fazer se precisares. Assim não me arrisco a más respostas.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Então tá!

A pessoa errada é geralmente aquela que deixou algo por fazer e não a que fez alguma coisa errada. (Marcus Aurelius) 

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O pior de estar só é que nos atiram isso à cara. Pode nem ser por mal, mas atiram.
E se calhar nós já pensamos nisso que chegue.
E se calhar nós até nos esforçamos para que os outros não estejam sós.
E se calhar nós também nos sentimos mal quando à nossa volta está tudo encaminhado, menos nós.
Nós, que continuamos a querer ajudar. Mas continuamos a levar com o mesmo em cheio, todos os dias, para não nos esquecermos que estamos sós.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

"Para exigir, é preciso dar. E para dar, é preciso ter."



quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O Patrice é que sabe.

"Se tens pernas, tens que comprar as calças.
Se tens cabeça, tens que comprar o capacete.
Por isso, compra os preservativos."

terça-feira, 13 de setembro de 2011

domingo, 11 de setembro de 2011

Enganaste-te. Foi ontem... lol

11 Set 2011 - Caranguejo - Amor: Acontecimentos inesperados sucedem-se deixando-o um pouco confuso.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Este homem sabia o que dizia...

"A maioria pensa com a sensibilidade, eu sinto com o pensamento. Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver. Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar." (Fernando Pessoa)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Só gostava que entendesses que quando fico triste, não fico chateada.
Que quando estou magoada com algo não desato aos berros, choro num cantinho e volta tudo ao normal.
Que se dizes algo que me afecta, não é a atacar-me mais que passa.
E que nem era necessário pedires desculpa.
Bastava um abraço. Um "Adoro-te". Um "Quero estar contigo." Sabes? Aquelas coisas que eu estou sempre a dar e tu nem valorizas nem retribuis.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

"Tu és uma mulher fantástica..."


Mulher + Fantástica = Combinação que me agrada ouvir a qualquer hora do dia. =)

domingo, 4 de setembro de 2011

Sabem aqueles dias em que não está sol nem está a chover?
Tipo, não está frio, mas também não está calorzinho nenhum?
Hoje estava eu a ler, e vesti o casaco. Depois tirei. Depois vesti.
Com ele tinha calor. Sem ele, tinha arrepiozinhos.
Estes dias são tal e qual como tu.
Porque não posso estar contigo. Mas também não sei se aguento estar sem ti.
A diferença é que não vou deixar (mais) que me "vistas e dispas" como te apetecer.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

De tantas vezes que caímos, até já temos medo de começar a andar e cair outra vez.
Mas...Porque é que nunca sabemos quando acreditar numa pessoa?



:)

Sabem quando nos acontece uma coisa, e andamos uma semana inteirinha com cara de parvas? A parar de dez em dez minutos porque um perfume nos fez lembrar este ou aquele gesto? E antes de adormecer revemos a cena toda ao pormenor, de olhinhos fechados, ainda que tenha durado horas?
Oh yeah, estava eu um bocado assim...até hoje.
E porquê?
Porque hoje já tenho uma cena nova para recordar. (Yaaaaaaa, bicth, eu sei, mas estou a sonhar again! =) )

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Custa. E muito.

"A coisa mais difícil e a coisa mais certa são normalmente a mesma coisa." Desculpa.

domingo, 14 de agosto de 2011

Memories.

 Irão sempre perseguir-te.

Já se está mesmo a ver que vou gostar ...


"...levar com uma brisa fresca pela minha floresta encantada acima..."
Okaaaaaaay, gosto :D

"Se queres deitar fora antigas memórias, só tens que construir memórias novas."


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Não adoram quando as pessoas deixam de falar convosco de um dia para o outro, literalmente, e passados 4 ou 5 anos pedem desculpa? Eu adoro.
Adoro quando dizem que não merecíamos aquilo, que foi um erro...
O meu primeiro pensamento foi: "Que querido... Antes tarde que nunca, ao menos sabes que fizeste mal."
Mas não o evitei o segundo: "Mas afinal o que queres? Deves estar a precisar de alguma coisa..."
Adivinhem qual estava certo...
Fácil, não é?

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Confusa, acho eu...

Quando A, B, C, D, E, F, G e H... querem a nossa atenção e o nosso tempo, a coisa torna-se difícil. Principalmente quando exigem sem dar de volta, quando estão habituados a que nós sejamos sempre capazes de fazer tudo por eles.
Mas chega uma altura em que temos que escolher.
Não é que eu goste muito de constatar isto, mas acho que somos egoístas e escolhemos simplesmente o que é melhor para nós. Bah, tento pensar que já desculpei muitas vezes, que esperei muitas vezes, que dei muitas oportunidades que não foram aproveitadas, que já fui eu a chorar muitas vezes (ou sempre, parece-me). Não justifica, mas acalma a tempestade cá dentro.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

E o meu telemóvel "auto-formatou-se" e apagou as 5 mil mensagens que eu guardava religiosamente, divididas em pastas, por anos e pessoas. :'(

domingo, 31 de julho de 2011

Desculpem lá a cena dos direitos de autor...

Hoje vi isto, e achei que se aplicava na perfeição. TOMA.

domingo, 24 de julho de 2011

Há coisas que me fazem falta. E nada do que fizeres agora apaga o que fizeste antes (ou melhor, não fizeste antes).
Mas hoje, ver-te como nunca te tinha visto, feliz, tranquilo, surpreendeu-me... 
Aquela gargalhada saudável que nunca te tinha visto dar. No máximo, arrancava-te um sorriso maroto e já me sentia com sorte...
E estavas realmente descontraído, e falaste de ti, das tuas coisas, da tua família, e foste tu a marcar, e foste tu a pedir 5 minutos do meu tempo... Não sei, às vezes nem sei o que pensar, quando a esmola é grande, o pobre desconfia, e eu desconfio muito.
Foi para te redimires? Foi uma despedida sem eu saber que era?
É certo que eu quero muito mais que isto. O que me deste hoje devias dar todos os dias, e nos dias importantes ainda devias dar mais. Mas não, tenho que mentalizar-me que provavelmente isto é o máximo que terei. Oh pá, não é justo. Isto devia ser o normal. E eu estou feliz como se tivesse sido um dia mais que especial.
E foi. Mas só foi porque me habituei a não ter nada. E o mínimo que me dás, já me chega. Com gestos pequeninos, deixas-me muito feliz. Mas teimas em não os fazer, em fugir da tentação, em conteres o braço e o abraço, em manteres a carapaça que te protege de tudo para não voltares a sofrer.
O problema põe-se quando alguém se compara comigo e me faz sentir em baixo. Porque têm muito mais que eu e ainda gozam com a minha face por ficar contente "com uma coisa tão minúscula, por favor!"
Bem, depende de ti. Sempre dependeu. Quero ver o que fazes agora. Continuo à espera.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Certinho.

"A fronteira entre o bem e o mal é tão vaga que é quase indistinguível. Só muito depois de a transpor é que tomamos consciência de que existia."
(O Rapaz de Olhos Azuis, Joanne Harris)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

terça-feira, 19 de julho de 2011

Criamos expectativas demasiados altas para tudo. Até para nós mesmos.


domingo, 10 de julho de 2011

sábado, 9 de julho de 2011

sexta-feira, 8 de julho de 2011

E sabes porquê?

Porque estou farta de ser sempre eu a tentar, e a não desistir daquilo que nem sei se existe. No fim, o que se recebe é um "Eu avisei-te..." ou "Nem devias ter olhado para ele, já se sabia!"
E eu, a continuar a sonhar contigo.
Sonhos.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

domingo, 3 de julho de 2011

sábado, 2 de julho de 2011

Ninguém é perfeito.
E eu muito menos, também já fiz muita asneira.
Mas começo a contar as pessoas por quem metia as mãos no fogo e que depois, pimba, me deixam de boquinha aberta, e já não me chegam as duas mãos. É tudo ao mesmo tempo. Combinaram, às tantas.
Ainda bem que não se leva a expressão literalmente a sério, caso contrário já estava sem mãozinhas.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Não mereces. Nunca mereceste.


Eu ainda tinha uma esperança. Mas hoje, agora, apaguei a chama. Morreu o sonho. Acabou-se a espera.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Sou a única pessoa que chora por ver fotos onde queria estar e não está?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A linguagem não é a melhor. É sentida.

Sabem aquela expressão "Que facada"?
É podre, mas hoje vi coisas que me doeram mais do que se me tivessem dado uma carga de porrada. Aliás, coisas que têm estado sempre lá, eu é que não queria ver. E defendia as pessoas de todas as maneiras possíveis e imaginárias de forma a que culpa fosse sempre minha.
Burra. Não dei ouvidos a quem devia...
Agora sim, podem crer que vai ser diferente. Não voltam, mas é que não voltam a brincar comigo. 
Se era uma pessoa fria que queriam, é uma pessoa gelada que vão ter.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Chegavas depois da hora.
E enquanto me vias descer a escada, fingias dar mais importância à rua, ao barulho, aos outros.
Mal olhavas para mim, mas davas-me a mão.
Subias atrás de mim. Não que não soubesses o caminho.
Mas ias atrás de mim. Davas-me a mão.
E agora sim, sem eu ver, podias olhar para mim, da cabeça aos pés, com o à-vontade que não tinhas quando esperavas do outro lado da rua, do outro lado da porta.
Entravas, sem um beijo, sem um abraço, quase sem me tocar, e davas-me a mão, até ao quarto.
Observavas tudo. Aí já não tinhas mãos para se entrelaçarem nas minhas.
Davas de novo atenção a tudo, menos a mim.
E quando achavas que eu já tinha perdido a esperança de que me visses, puxavas-me, e enquanto me beijavas, davas-me a mão.
E enquanto me seguravas, davas-me a mão.
Enquanto me guiavas pelos cantos da casa cheia de noite, davas-me a mão.
Enquanto me tinhas, dávamos as mãos.
Quando ias embora, o teu corpo fugia mas o teu olhar já não.
E a tua mão não largava a minha mão.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Adivinha! Hoje é dia 15!

Era um sonho que acabou mal comecei a sonhá-lo.
Saudades daqueles dias.
Da maneira como me deixavas.
Não restou nada. Mas o que restou deixa um gostinho amargo, sabes? 
Mas mesmo assim, não quero perdê-lo.
Não posso perdê-lo.
Porque, afinal, é tudo.

(2010-2011)

E juro que penso muitas vezes no dia em que me deste a mão. 
E em que me disseste "Eu sou teu". 
E em que me fizeste sorrir como ninguém sabe fazer.
E penso que foi que apenas sonho.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Coisas que cativam.

"É a história de um amor proibido.
Ela passa e ele não resiste.
Encanta a necessidade que ele tem de a ter, e a necessidade que ela tem de fugir.
Não podem.
Ela tem toda a sensualidade do mundo, mas com um toque de inocência.
Mas não é uma mulher fatal.
No fundo, ela é a vítima e ele o vilão."

+.+

" (...)

Ah, mas se ele adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que o estão a amar! 

Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..."

FP

Re-viciei-me nele...

"O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente ;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço." 






Fernando Pessoa

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Parabéns a Fernando Pessoa

"Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e nao estamos de maos enlaçadas.
                  (Enlacemos as maos.)

Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e nao fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
                  Mais longe que os deuses.

Desenlacemos as maos, porque nao vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer nao gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
                  E sem desassosegos grandes.

Sem amores, nem ódios, nem paixoes que levantam a voz,
Nem invejas que dao movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
                   E sempre iria ter ao mar.

Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
                   Ouvindo correr o rio e vendo-o.

Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento -
Este momento em que sossegadamente nao cremos em nada,
                   Pagaos inocentes da decadencia.

Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-as de mim depois
sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as maos, nem nos beijamos
                    Nem fomos mais do que crianças.

E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim - à beira-rio,
                    Pagã triste e com flores no regaço.

                                           Ricardo Reis"
Como eu gosto.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Eu acho que já disse isto, mas há esperas que nos matam.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Sem nada.

Há dias em que parece não nos resta nada. Que não temos nem somos nada do que éramos. Que não temos as coisas que nos pareciam mais seguras, as pessoas que nos pareciam mais certas...
E vemos que não devíamos ter acreditado nas palavras só por serem bonitas.
Às vezes, nem em nós devemos acreditar.
É incrível como em certas alturas só conseguimos ver as coisas más que temos.
Ou as boas que não temos.





sábado, 23 de abril de 2011

Como é que podemos sentir medo e preenchimento em simultâneo?
Muito, muito medo.
Mas a certeza de que desta vez não deixamos escapar a oportunidade.
É estranho. Mas é muito bom.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Always.

Tu sabes. Tu sabes como me custa esperar por algo que nunca vem. Por algo que é apenas uma ilusão.
Tu sabes. Como me fazes falta. Tu e todos os pequeninos gestos, ainda que os faças por hábito. Ainda que não sejam só para mim. Fazem-me falta porque nunca os tive assim, tão intensos, tão verdadeiros. Pelo menos parecem...
Tens tudo nas tuas mãos. E não vês. Ou não queres ver. É mais fácil deixar o tempo passar do que fazer alguma coisa.
O que é que eu faço?
Não posso simplesmente esperar. Mais. Sempre. Sem garantias. Sem ti. Sem nada.
Devia dizer-te isto também, não é? Que tenho mais para ti, que não te mostrei, que não viste, que não sabes, que não tiveste nada ainda. Que não podia dar-te tudo de uma vez. Que queria que conseguisses esperar e continuar a querer mais. Que não queria que desistisses. Que não queria que me virasses as costas. Que não queria estar a pensar e a sentir isto, mas já que estou, queria ao menos que o visses. Que o soubesses.

domingo, 17 de abril de 2011

Silence.

Hoje percebi que sou uma pessoa que precisa de passar tempo sozinha.
Muito.
Todos os dias.
Ou pelo menos, passar muito tempo em silêncio.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

segunda-feira, 11 de abril de 2011

domingo, 10 de abril de 2011

Desistires sem sequer tentares correr atrás, desistires à primeira vez que digo "Não!", desistires no primeiro dia em que não estou disponível e à tua espera como sempre, só mostra que eu tinha razão em achar que era demais.
Agora,
"Não me tens porque deitaste fora."

Maybe I'm wrong...

sábado, 9 de abril de 2011

sexta-feira, 8 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Angústia.

Li num blog. E é exactamente isto que eu queria dizer agora também:
"I'm fine. I'm just not happy."

Just NOT today.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

terça-feira, 5 de abril de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

domingo, 3 de abril de 2011

O pior é que não consigo não recordar cada pormenor...

sábado, 2 de abril de 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Um mês.

"Tudo foi tanto e tão pouco."

quinta-feira, 31 de março de 2011

"Perdoar não é esquecer, é amar mais!"

Bem, quando ouvi isto, senti-me muito mais aliviada. Especialmente, vindo de quem veio.
E é bem verdade que primeiro temos que nos perdoar a nós próprios, assumir que erramos, que conseguimos vê-lo, e crescer com isso.
Depois, perdoamos os outros.
É mais que verdade que não esquecemos. Nós nunca esquecemos uma palavra mais amarga, um gesto menos atencioso... Eu pelo menos, nunca esqueço, nem o bem nem o mal.
Mas às vezes, acho que perdoo. Porque também acho que amo mais a cada dia que passa, apesar de cada vez ter mais situações para perdoar.
Vejo-as como oportunidades para mostrar que amo mesmo, que consigo suportar isso.
Até a um limite.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Lagrimazinha quase a cair...

"amo-te. não te sei dizer porquê. nem porque não. mas sei, sinto, que te amo. que gosto de ti. não gosto de ti pelo teu corpo. nem pelos teus cabelos. nem pelos teus olhos. gosto de ti porque gosto de ti. gosto de ti, e não o sei explicar. gosto de ti pelo conforto que me dás. gosto de ti quando me abraças. gosto de ti quando estás perto de mim. mas também gosto de ti quando estás longe. vou continuar a gostar de ti quando gostar de outro. vou continuar a amar-te quando muitos anos passarem. vou continuar a lembrar-me dos teus braços e abraços, do teu riso e sorriso quando estiver nos braços de outro que me diz que me ama. vou continuar a amar-te assim sem explicação mesmo tu não o sabendo. vou continuar neste caminho onde tu estás ao meu lado, mas à distância, à distância de um abraço apertado daqueles que duram uma eternidade, daqueles que nos lembramos quando muitos anos passarem. e, nessa altura, irei ter contigo e dir-te-ei que te amo, mesmo já quando os meus olhos pouco virem, mesmo já quando a minha pele estiver enrugada, mesmo quando já não me lembrar do resto. quando isso acontecer, vou lembrar-me de ti, e vou dizer-te que gosto de ti, e isso irá fazer-me feliz, pelo menos mais uma vez. há coisas que não se apagam, e que ficam. para sempre. mesmo que não tenham explicação. gosto muito de ti. um dia saberás isso, um dia. um dia quando acordares e sentires o cheiro da manhã e o cheiro das flores no primeiro dia de uma primavera que há de chegar. sonhei um futuro, um futuro brilhante como o sol; em que íamos jantar; em que iamos ver filmes esquisitos em cinemas obscuros; em que passeavamos pela praia e onde o por do sol parecia mais bonito que todos os outros, em todas as outras praias, em todos os outros sitios; imaginei-te a sorrir para mim, e imaginei-te a dizer-me palavras ao ouvido, imaginei-te deitado perto de mim, e abraçado (como se o mundo fosse acabar amanhã). imaginei-te de mão dada com a minha mão, imaginei-te feliz. imaginei-te a ir ao fim do mundo. e eu estava lá, perto. imaginei-te e sonhei-te. e perdi-me nas tuas palavras e no teu corpo. e na doçura da tua pessoa, e no arrepio dos meus sentimentos, e na cor dos teus olhos, e na melodia das tuas palavras. não te assustes. a sério. isto é bom. para mim, é. não amei muitas pessoas na vida. tu sabes. e amar só pode ser bom. só pode! custa-me, às vezes doi-me, e às vezes choro. mas às vezes também sorrio. e lembro-me de ti. e do teu sorriso! e dos teus beijos! e das tuas mãos! e isso faz-me querer continuar pelo dia.

quero tanto não me esquecer, quero-te para sempre, daqui até à eternidade.

amo te.."

sexta-feira, 11 de março de 2011

"Se estás a atravessar o Inferno...continua a andar!"

Eu devia pedir desculpa por ficar triste tantas vezes, e em algumas delas, com coisas pequeninas.
Acho que estou a meio do caminho. Mas não me sinto preparada nem para me desculpar nem para deixar de ficar triste.

terça-feira, 8 de março de 2011

Que eu deixei acontecer.

Sete dias de angústia, de querer mais, de lágrimas, de sorrisos vindos do nada, de pensamentos a fugir sempre na mesma direcção, de hesitação entre o sim e o não.
Sete dias depois de um sonho.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Andei feliz o dia todo.

Um frase, um gestozinho, a voz do outro lado, podem mesmo mudar tudo.

sábado, 5 de março de 2011

Ainda há frases bonitas no meio dos filmes...

"I'm not afraid of you, I'm only afraid of losing you. I feel like you're going to disappear. You don't know how long I've waited for you."

Culpa minha.

Deixei que o levasses.
E com ele, levaste-me por inteiro.
Se assim não fosse, não terias tudo o que tiveste, tudo o que tens, tudo o que ainda espera por ti.
Não te apercebeste, não percebes. E eu não posso dar-te demasiadas evidências do que sinto.