sexta-feira, 27 de julho de 2012

Pronto. Agora é só dizer-lhe. :)

"Entre parecer idiota e perder-te, prefiro que penses o que quiseres e ficar com a consciência tranquila de que tentei.
Oh pá, gosto mesmo de ti. Custava muito ouvir-me? Começar outra vez?"



quarta-feira, 25 de julho de 2012

Sinto falta de muita coisa.
Mas o que mais me deixa saudades é ouvir-te chamar-me de "meu amor". Pode parecer-te estúpido, ou lamechas, ou coisa de menina, mas deixava-me tão segura...
Eu não me importava que tivesses pouco tempo. Eu não me importava que fossem poucas as vezes.
Eu queria que fossem.
Eu queria que fôssemos.
Mostras-me a cada dia como sou frágil. como preciso de ter o que dou. Como preciso de receber para manter o sorriso. Como preciso de ti.
Talvez, com os meus medos e inseguranças, com o meu "não querer ir depressa demais", tenha acabado por disfarçar o quão verdadeiramente feliz me fazias; feliz como ninguém me tinha feito, completa como nunca antes de ti. Como não viste isso?
Apesar de todos os cuidados, acabei por cometer um erro, que incompreendido, me levou o que tinha de melhor.
Gostava tanto de te conseguir mostrar que és tudo o que quero...
Gostava tanto de te conseguir dizer que nunca quis nada além de ti...
De te conseguir fazer confiar em mim...
Que soubesses que todas aquelas coisas bonitas que as pessoas dizem umas às outras quando gostam de alguém, hoje não chegavam.
Escrevo de novo para ti. Já escrevia antes de me deixares, e hoje sinto que devia ter-te mostrado tudo isto desde sempre.
Agora, já não faz sentido que saibas. Já não faz sentido que eu sinta. Já não faz sentido que eu passe noites sem dormir por pensar em ti.
E como nada faz sentido, eu espero.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Já perdi a conta às vezes em que decidi esperar por alguém.
(Raios. Até me sinto mal por ultimamente só escrever textos deprimentes... Mas enfim, tenho que descarregar tudo em algum lado.)
Continuando, desta vez além de esperar, decidi engolir tudo o que ouvi.
Um reparo: engolir não significa aceitar.
Engolir até conseguir explodir. Se bem que eu duvido das minhas capacidades em fazer isso... Mas gostava simplesmente que me visses, que visses além da faceta que todos têm. Que visses além do que dou a quem me rodeia. Que visses o que te dei e que está guardadinho apenas para ti, para quando o quiseres de novo.
E pensar se já tens alguém no meu lugar, se estou a deitar fora caminhos que me fariam melhor do que tu, se a espera só vai deixar-me pior, se devo falar, se devo calar...está a matar-me.
Será que te lembras de mim? De mim a sorrir enquanto me atirava para os teus bracinhos.
De nós... Agarrados no som do silêncio do meu quarto.
De ti, comigo. De mim, à tua espera.
Será que aquelas mãos dadas não vão voltar?



domingo, 15 de julho de 2012

Às vezes perdemos exatamente o que mais queremos.
Por estupidez.
Porque as coisas correram mal.
Porque as coincidências foram demasiadas.
Sinto-me mesmo mal hoje.
Se calhar, agora fazia algumas coisas de forma diferente.
Sempre soube o que queria, só não sabia que me querias também.
E a espera desespera, e no desespero tentamos passar por cima daquilo que sentimos para começar de novo. E não dá. Nem sequer chegamos a tentar como deve ser. Mas já é tarde, já perdemos...
O interessante é que uma palavra teria sido suficiente.
Suficiente para me dar certezas sobre o que se passava desse lado.
Outro facto interessante é que as palavras tocam-me seeeempre demasiado. Isto torna-se um problema a partir do momento em que as pessoas o descobrem. Não precisam dizer muito para me magoar, torno-me um alvo demasiado fácil.
Mas mereço desta vez. Devia ter sido clara e decidida. Doesse a quem doesse.
Devia ter insistido menos desde o início. Assim não me tinha apegado tanto a ti. Nem me custava nada ter-te longe agora.
Bem, um erro não "classifica" uma pessoa. Ajuda-a.
Posso ter-te perdido, mas ainda espero.
Um dia vais conhecer-me, e aí vais confiar em mim.
Mais do que antes.