terça-feira, 25 de junho de 2013
Horóscopo. Sempre bom!
“Sabes que amas porque te esqueceste de que existes; porque morreste para ti mesmo/a, para viveres naqueles que amas. Se eles estiverem bem, então tu estás bem, ainda que estejas mal.” (Paulo Geraldo) Isto é Amor o resto é ilusão.
terça-feira, 18 de junho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
É mesmo bom sentir isto outra vez.
Se calhar não é tão despreocupado como das outras vezes. Já há a cicatriz que te faz pensar que nem sempre tudo corre bem. E que a ilusão pode estar aqui de novo.
Mas a sensação de seres tu a deixar um bilhetinho, de teres um nózinho no estômago só porque ainda não entrou aquela mensagem que esperas, de caminhares lado a lado envolto em sonhos que não tens coragem de contar, de te perderes na conversa até o sol nascer, de te arrepiares com aquele toque, de ser só aquele toque a ter o poder de te fazer fechar os olhos a sorrir, de derreteres com aquele beijinho na mão...
Revitaliza. Faz querer mais.
Apesar dos medos. Apesar das tantas mais pessoas melhores que tu.
Continuas a agarrar-te às pequenas grandes coisas que te dão.
Se calhar não é tão despreocupado como das outras vezes. Já há a cicatriz que te faz pensar que nem sempre tudo corre bem. E que a ilusão pode estar aqui de novo.
Mas a sensação de seres tu a deixar um bilhetinho, de teres um nózinho no estômago só porque ainda não entrou aquela mensagem que esperas, de caminhares lado a lado envolto em sonhos que não tens coragem de contar, de te perderes na conversa até o sol nascer, de te arrepiares com aquele toque, de ser só aquele toque a ter o poder de te fazer fechar os olhos a sorrir, de derreteres com aquele beijinho na mão...
Revitaliza. Faz querer mais.
Apesar dos medos. Apesar das tantas mais pessoas melhores que tu.
Continuas a agarrar-te às pequenas grandes coisas que te dão.
domingo, 26 de maio de 2013
Miguel Esteves Cardoso, "Os meus problemas"
"Querer alguém, ou alguma coisa, é muito fácil. Mesmo assim, olhar e sentirmo-nos querer, sem pensar no que estamos a fazer, é uma coisa mais bonita do que se diz. Antes de vermos a pessoa, ou a coisa, não sabíamos que estávamos tão insatisfeitos. Porque não estávamos. Mas, de repente, vemo-la e assalta-nos a falta enorme que ela nos faz. Para não falar naquela que nos fez e para sempre há-de fazer. Como foi possível viver sem ela? Foi uma obscenidade. Querer é descobrir faltas secretas, ou inventá-las na magia do momento. Não há surpresa maior."
quinta-feira, 23 de maio de 2013
sábado, 8 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Bonito. E é um facto.
"Não há nada de nobre em sermos superiores ao próximo. A verdadeira nobreza consiste em sermos superiores ao que éramos antes.”
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Estava eu a ouvir isto, paradinha a olhar para a tua foto, a única que posso ver, a única coisa que me resta de ti. E deu-me mesmo um aperto no peito, daqueles em que pensas que não vais conseguir respirar nunca mais. Daqueles apertos em que levas a mão à dor e nem assim ela passa.
Como os teus olhos são bonitos, como queria estar pertinho de ti, como queria que quisesses falar comigo como eu contigo, como estás longe...
Continuei eu a admirar cada traço, cada pormenor. A lembrar o toque. A evitar pensar nas palavras más. A fechar os olhos ao que não correu bem. A desejar voltar a ter de perto esse olhar no meu.
Como os teus olhos são bonitos.
Como os teus olhos são bonitos, como queria estar pertinho de ti, como queria que quisesses falar comigo como eu contigo, como estás longe...
Continuei eu a admirar cada traço, cada pormenor. A lembrar o toque. A evitar pensar nas palavras más. A fechar os olhos ao que não correu bem. A desejar voltar a ter de perto esse olhar no meu.
Como os teus olhos são bonitos.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Ela adivinha!
"AMOR: Dia vibrante; mesmo nas ligações mais antigas os sentimentos estão intensos e renovados."
Yey! Tinha que ter estado contigo hoje, que o meu signo dizia isto e eu não sabia! E voltar a sentir o teu abraço. E voltar a entrar no teu carro. E voltar a fechar os olhos para guardar na mente o teu perfume. E voltar a andar às tuas cavalitas. Pambas, 10 pontos para a Maya.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Ainda que saibas que não vai voltar.
“Quando o amor fizer sinal, segui-o; ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados. E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos; ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir.”
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
"Toda a gente ama toda a gente. Às vezes até enerva a banalidade a que isto chegou.
Eu lembro-me perfeitamente da única vez em que disse um "Amo-te". E nem devia tê-lo feito.
Gostar, gosta-se de muita coisa.
Amar, amar é diferente. É colocar as necessidades de alguém à frente das nossas. É prejudicarmo-nos conscientemente para deixar um sorriso na cara de alguém.
É estar sempre lá. Quer nos chamem, quer não.
É dizer mentalmente, vezes sem conta, aquilo que outros dizem a torto e a direito.
Porque não é preciso dizer, é preciso mostrar!"
Eu lembro-me perfeitamente da única vez em que disse um "Amo-te". E nem devia tê-lo feito.
Gostar, gosta-se de muita coisa.
Amar, amar é diferente. É colocar as necessidades de alguém à frente das nossas. É prejudicarmo-nos conscientemente para deixar um sorriso na cara de alguém.
É estar sempre lá. Quer nos chamem, quer não.
É dizer mentalmente, vezes sem conta, aquilo que outros dizem a torto e a direito.
Porque não é preciso dizer, é preciso mostrar!"
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Bonito.
"Fui sabendo tantas vezes sem saber como, ficar na vida dele, apesar de todas as previsões e contrariedades, até fazer parte da família e ele olhar para mim e sentir que estaria ali para sempre, à espera dele, consoante o que ele quisesse, sempre disponível, sempre próxima, sempre à espera. Será que estou finalmente a aprender que quem espera raramente alcança?"
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Pronto. Agora é só dizer-lhe. :)
"Entre parecer idiota e perder-te, prefiro que penses o que quiseres e ficar com a consciência tranquila de que tentei.
Oh pá, gosto mesmo de ti. Custava muito ouvir-me? Começar outra vez?"
Oh pá, gosto mesmo de ti. Custava muito ouvir-me? Começar outra vez?"
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Sinto falta de muita coisa.
Mas o que mais me deixa saudades é ouvir-te chamar-me de "meu amor". Pode parecer-te estúpido, ou lamechas, ou coisa de menina, mas deixava-me tão segura...
Eu não me importava que tivesses pouco tempo. Eu não me importava que fossem poucas as vezes.
Eu queria que fossem.
Eu queria que fôssemos.
Mostras-me a cada dia como sou frágil. como preciso de ter o que dou. Como preciso de receber para manter o sorriso. Como preciso de ti.
Talvez, com os meus medos e inseguranças, com o meu "não querer ir depressa demais", tenha acabado por disfarçar o quão verdadeiramente feliz me fazias; feliz como ninguém me tinha feito, completa como nunca antes de ti. Como não viste isso?
Apesar de todos os cuidados, acabei por cometer um erro, que incompreendido, me levou o que tinha de melhor.
Gostava tanto de te conseguir mostrar que és tudo o que quero...
Gostava tanto de te conseguir dizer que nunca quis nada além de ti...
De te conseguir fazer confiar em mim...
Que soubesses que todas aquelas coisas bonitas que as pessoas dizem umas às outras quando gostam de alguém, hoje não chegavam.
Escrevo de novo para ti. Já escrevia antes de me deixares, e hoje sinto que devia ter-te mostrado tudo isto desde sempre.
Agora, já não faz sentido que saibas. Já não faz sentido que eu sinta. Já não faz sentido que eu passe noites sem dormir por pensar em ti.
E como nada faz sentido, eu espero.
Mas o que mais me deixa saudades é ouvir-te chamar-me de "meu amor". Pode parecer-te estúpido, ou lamechas, ou coisa de menina, mas deixava-me tão segura...
Eu não me importava que tivesses pouco tempo. Eu não me importava que fossem poucas as vezes.
Eu queria que fossem.
Eu queria que fôssemos.
Mostras-me a cada dia como sou frágil. como preciso de ter o que dou. Como preciso de receber para manter o sorriso. Como preciso de ti.
Talvez, com os meus medos e inseguranças, com o meu "não querer ir depressa demais", tenha acabado por disfarçar o quão verdadeiramente feliz me fazias; feliz como ninguém me tinha feito, completa como nunca antes de ti. Como não viste isso?
Apesar de todos os cuidados, acabei por cometer um erro, que incompreendido, me levou o que tinha de melhor.
Gostava tanto de te conseguir mostrar que és tudo o que quero...
Gostava tanto de te conseguir dizer que nunca quis nada além de ti...
De te conseguir fazer confiar em mim...
Que soubesses que todas aquelas coisas bonitas que as pessoas dizem umas às outras quando gostam de alguém, hoje não chegavam.
Escrevo de novo para ti. Já escrevia antes de me deixares, e hoje sinto que devia ter-te mostrado tudo isto desde sempre.
Agora, já não faz sentido que saibas. Já não faz sentido que eu sinta. Já não faz sentido que eu passe noites sem dormir por pensar em ti.
E como nada faz sentido, eu espero.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Já perdi a conta às vezes em que decidi esperar por alguém.
(Raios. Até me sinto mal por ultimamente só escrever textos deprimentes... Mas enfim, tenho que descarregar tudo em algum lado.)
Continuando, desta vez além de esperar, decidi engolir tudo o que ouvi.
Um reparo: engolir não significa aceitar.
Engolir até conseguir explodir. Se bem que eu duvido das minhas capacidades em fazer isso... Mas gostava simplesmente que me visses, que visses além da faceta que todos têm. Que visses além do que dou a quem me rodeia. Que visses o que te dei e que está guardadinho apenas para ti, para quando o quiseres de novo.
E pensar se já tens alguém no meu lugar, se estou a deitar fora caminhos que me fariam melhor do que tu, se a espera só vai deixar-me pior, se devo falar, se devo calar...está a matar-me.
Será que te lembras de mim? De mim a sorrir enquanto me atirava para os teus bracinhos.
De nós... Agarrados no som do silêncio do meu quarto.
De ti, comigo. De mim, à tua espera.
Será que aquelas mãos dadas não vão voltar?
(Raios. Até me sinto mal por ultimamente só escrever textos deprimentes... Mas enfim, tenho que descarregar tudo em algum lado.)
Continuando, desta vez além de esperar, decidi engolir tudo o que ouvi.
Um reparo: engolir não significa aceitar.
Engolir até conseguir explodir. Se bem que eu duvido das minhas capacidades em fazer isso... Mas gostava simplesmente que me visses, que visses além da faceta que todos têm. Que visses além do que dou a quem me rodeia. Que visses o que te dei e que está guardadinho apenas para ti, para quando o quiseres de novo.
E pensar se já tens alguém no meu lugar, se estou a deitar fora caminhos que me fariam melhor do que tu, se a espera só vai deixar-me pior, se devo falar, se devo calar...está a matar-me.
Será que te lembras de mim? De mim a sorrir enquanto me atirava para os teus bracinhos.
De nós... Agarrados no som do silêncio do meu quarto.
De ti, comigo. De mim, à tua espera.
Será que aquelas mãos dadas não vão voltar?
domingo, 15 de julho de 2012
Às vezes perdemos exatamente o que mais queremos.
Por estupidez.
Porque as coisas correram mal.
Porque as coincidências foram demasiadas.
Sinto-me mesmo mal hoje.
Se calhar, agora fazia algumas coisas de forma diferente.
Sempre soube o que queria, só não sabia que me querias também.
E a espera desespera, e no desespero tentamos passar por cima daquilo que sentimos para começar de novo. E não dá. Nem sequer chegamos a tentar como deve ser. Mas já é tarde, já perdemos...
O interessante é que uma palavra teria sido suficiente.
Suficiente para me dar certezas sobre o que se passava desse lado.
Outro facto interessante é que as palavras tocam-me seeeempre demasiado. Isto torna-se um problema a partir do momento em que as pessoas o descobrem. Não precisam dizer muito para me magoar, torno-me um alvo demasiado fácil.
Mas mereço desta vez. Devia ter sido clara e decidida. Doesse a quem doesse.
Devia ter insistido menos desde o início. Assim não me tinha apegado tanto a ti. Nem me custava nada ter-te longe agora.
Bem, um erro não "classifica" uma pessoa. Ajuda-a.
Posso ter-te perdido, mas ainda espero.
Um dia vais conhecer-me, e aí vais confiar em mim.
Mais do que antes.
Por estupidez.
Porque as coisas correram mal.
Porque as coincidências foram demasiadas.
Sinto-me mesmo mal hoje.
Se calhar, agora fazia algumas coisas de forma diferente.
Sempre soube o que queria, só não sabia que me querias também.
E a espera desespera, e no desespero tentamos passar por cima daquilo que sentimos para começar de novo. E não dá. Nem sequer chegamos a tentar como deve ser. Mas já é tarde, já perdemos...
O interessante é que uma palavra teria sido suficiente.
Suficiente para me dar certezas sobre o que se passava desse lado.
Outro facto interessante é que as palavras tocam-me seeeempre demasiado. Isto torna-se um problema a partir do momento em que as pessoas o descobrem. Não precisam dizer muito para me magoar, torno-me um alvo demasiado fácil.
Mas mereço desta vez. Devia ter sido clara e decidida. Doesse a quem doesse.
Devia ter insistido menos desde o início. Assim não me tinha apegado tanto a ti. Nem me custava nada ter-te longe agora.
Bem, um erro não "classifica" uma pessoa. Ajuda-a.
Posso ter-te perdido, mas ainda espero.
Um dia vais conhecer-me, e aí vais confiar em mim.
Mais do que antes.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
Tudo dito.
“Às vezes o dano causado pelas nossas palavras é óbvio, e outras vezes não;
porém o dano não se torna menor pelo facto de não sermos capazes de ver as pessoas que sofrem em função de nossas palavras.” (Tolstoi)
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