domingo, 3 de outubro de 2010

Tal como eu li em algum lado, o que me custa mais é esticar a mão para te alcançar, e ver que me foges.
E sentir que, de facto, já não é a mesma coisa.
Que não tens necessidade de olhar para mim como eu olho para ti.
Que não sentes aquela vontade de me abraçar quando me vês, como eu sinto.
Que desvias o olhar quando eu o encontro na minha direcção.
Que eu tento manter a normalidade, a casualidade, e que tu pareces nem isso deixar.
Que estou à espera do que não vem.
Ou estava.

2 comentários:

Cris disse...

Isso é mau, muito mau. Eu sei o que isso é!
Mas uma coisa fixe a fazer é: mandar essa pessoa c'os porquinhos ('Tá bem, eu não mandei. xD Mas devia!)

J disse...

Haha e voltamos à lamechice x) Estou a brincar, continuo a dizer que tens imenso jeito e que isto fica sempre bonito de ler (embora não seja agradável ver que te sentes assim...).

Já agora, gostei da sequência de imagens ;)