quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

"Don't lie and say that it's ok.
It's alright if there's nothing more to say.
So I'm running away, I'm leaving this place.

Yeah... I'm running away, I'm running away.
Don't tell me I'm the one to blame. It's too late for you to make me stay.

No, I won't stay!
So I'm running away, I'm leaving this place,Yeah...

I'm running away, I'm running away.
And faster than you can follow me, from this lonely place.

And farther than you can find me, I'm leaving, yeah...
I'm leaving today.
I, I'll never let you find me, I'm leaving you behind with the past...

No, I won't look back.
And I don't want to hear your reasons, don't want to hear you tell me why I should stay.
And try, try to understand me,
Try to understand what I say when I say I can't stay.
I, I'm moving on from this place,
I'm leaving and I won't wait,
I'm running away!
I'm running away, Im leaving this place,Yeah...

I'm running away,
I'm running away..."


É o hábito. É estranho olhar para lá e encontrar um lugar vazio.
E é inevitável que o olhar me fuja naquela direcção; mais uma pequena desilusão de cada vez que não te encontro.
São estas situações que nos fazem dar valor às coisas mais pequenas que temos todos os dias.
Acho que já dava valor antes, mas agora...
Limito-me a contar os dias e a tentar encontrar uma forma de não te deixar ir de novo.
A única consolação é saber que estás bem.

sábado, 19 de dezembro de 2009


Estou feliz por ti. Bah já estavas a merecer :D

É inevitável sair um sorriso quando se fala da tua felicidade, porque eu adoro-teeeee! <3

É tão bom saber que a distância só nos separa fisicamente, e que tu te mantens sempre por perto, como amiga, uma grande amiga, a amiga! =)

É bom desabafar, rir, e saber que também podia chorar contigo. É ainda melhor ver que me compreendes e que também ficas feliz comigo e por mim.

É lamechas o que estou a escrever, mas depois das conversas que temos tido, é como se tivesse mais uma confirmação da pessoa fantástica que és.

Obrigada por correres comigo atrás da carrinha das bombas de gasolina.

Obrigada por ouvires a minha preocupação quando me fazem algo que não estou à espera em público.

Obrigada por provares vinho comigo.

Obrigada por confiares em mim.

Obrigada por rires de mim, assim eu também rio... ;D

Obrigaaaaada.

Ajuda-me a retribuir-te. *.*



sábado, 28 de novembro de 2009

Não sei o que dizer. É que às vezes parece que faz de propósito por saber que me consegue afectar.
Não sei como disfarçar. É-me impossível sorrir ao ver e ouvir certas coisas. Eu não sou assim.
Não sei como agir. Detesto ter que dividir o que tenho.
Não sei o que fazer. Aproveito o que me resta? Esqueço?
Estarei a perceber mal?
Não esqueço os abraços. Aliás, eu adoro o perfume. Os telefonemas e as sms. Os olhares quando mal podemos respirar sem sermos controlados.
Duas palavras: que panca! xD Até já me dá para rir com isto.
Não sei para que lado me virar quando recebo algo semelhante de dois lados. Dois perfumes, dois apoios.
Escolher? Não, é preferível optar por nenhum caminho.
Erro?

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Roxo, cavalitas e sapatos na mão...

São olhares trocados, mãos dadas, sorrisos tímidos.
São pernas entrelaçadas, cavalitas, gargalhadas e sapatos na mão, envoltos num mar de roxo.
São brincadeiras inocentes, intercaladas com perdas de respiração momentânea, por ter alguém perto demais.
São perfumes sentidos, segredos desabafados, lágrimas corridas.
São instantes que correm, tempo que não espera, memórias que ficam.
São sentimentos confusos, satisfação estranha, querer sempre mais. Palavras, gestos.
É um medo incontrolável de perder o que de melhor tenho neste momento, pois é a única coisa que me faz sorrir.
É a sensação de viver para alguém e por alguém. E em segredo.


sábado, 7 de novembro de 2009

Padrinhos +.+


Há alturas em que não sabes o que é certo e o que é errado.
Agora, está tudo bem claro: eu escolhi bem. Sei que estarão aí. Sei que vou receber sempre um sorriso. Sei que se calhar até me vão dar mais do que aquilo que eu mereço. Sei que vai ser duro, cada vez vai ser pior. É lógico que nada vai ser feito com facilidade, mas serão as dificuldades que me farão crescer continuamente, e talvez criar laços mais fortes ainda com as pessoas que tinha e com as pessoas que também tenho agora.
Neste aspecto, estou feliz, estou satisfeita. O resto, prefiro não pensar. Adoro-vos.
Obrigada

quinta-feira, 8 de outubro de 2009



Mudança de casa, de turmas, de profs, de escola, de quase tudo...
É normal não ter tempo. Aliás, não há espaço para quase nada... Nem para estudar, nem para telefonar, nem para dormir, às vezes nem para comer...
Muito menos para escrever no blog :D Mas como esta cena é sempre para falar dos amigos, cá vai!
A mensagem é simples e concisa: conhecem-se pessoas espectaculares, mas ninguém é esquecido! *.*
E isto é válido para todos, não me vou por com nomes ;)
Adoro-vos toooodos, e venero os novos "coleguinhas" que me aturam taaanto :D
"All night long, together, always and forever", como diz um doutor! +.+

sábado, 12 de setembro de 2009

Atingida por turbilhão de coisas, tudo tão junto, tudo tão seguido...
Tanta papelada, casa, viagens, matrículas, inscrições, condução, que dor de cabeça! -_-'
Sinto que não tenho tempo para o que mais preciso, que algumas coisas me escapam por entre os dedos... Ainda estou em transe.
Não consigo aproveitar a 100% momentos tão bons, e cada vez mais penso que eles deveriam durar para sempre.
Por vezes estou tão envolvida em pensamentos, recordações e desejos, que a queda para o "agora" se torna ainda mais dolorosa.
Aquela sensação de fechar os olhos e sentir exactamento o mesmo perfume de quando estávamos ali, o cheiro a tabaco quando fomos para lá, aquele toque suave e carinhoso quando ele disse aquelas palavras, o aconchego daqueles braços quando a lágrima caiu, os desabafos, os sorrisos, o piscar de olhos aqui e ali, as refeições, as mãos dadas, as brincadeiras, as constantes e compulsivas trocas de olhares...
A sensação de abrir os olhos e constatar que está tudo cada vez mais longe... Só a vontade de voltar a ter estes momentos é que fica cada dia mais perto.

Tantas coisas que nunca se vão perder, mas que agora mal consigo parar para pensar, com tanta coisa para fazer agora, e daqui a cinco minutos, e daqui a meia hora...
O importante é conservar sentimentos. O resto, o futuro o dirá.

<3

Para ti, que sabes quem foste, e quem és aqui dentro.



quarta-feira, 2 de setembro de 2009


Era uma vez, uma menina muito fofinha, que gostava de agradar a todos.
E outra menina perto dela... Que se assemelhava a ela pelo facto de adorar mimos, de se preocupar demais com os outros.
Essas meninas somos nos...
Eu gozo taaaaaaantas vezes contigo, eu estou seeeeempre na brincadeira contigo, e até sei que te deixo ficar mal em qualquer lado, mas sempre com uma gargahada no fim, verdade? :D
Sabes, em relação àquele texto das torneiras abertas (lol), eu nunca abri contigo porque não abro com ninguém a menos que esteja mesmo mesmo mesmo mal.
No entanto, sabes que sempre que quiseres, eu estou aqui para ajudar a fechar a tua torneirinha, como quando estavamos as duas naquela casa de banho minuscula :'D (isto soou perverso, nao?? :'D lol)Sim, estas no grupo porque por mim estás, capiche? :)
Não quero que chores a ler isto, mas pronto, já estou mesmo a ver a tua cara; a ideia era só mostrar que também gosto muito de ti.
E no dia em que nao estiveres a falar com os teus moços todos :D e quiseres desabafar with me, nem preciso dizer nada, pois nao?? *.*
Bah, chega =)
beijinho grande para ti, antes de inundemos Vila Meã!

sábado, 29 de agosto de 2009

Mais momentos passados com elas... Mais um texto para elas!
Cris, Káká, Marta e Marta! :'D
Sempre cmg, sempre perto, sempre aqui! <3

Como na música, "I'd do it all over again, for you!" :D

Sempre farei tuuuudo por voces (e pelos outros também sou capaz de pensar, mas duas vezes ;) lol), e nunca me arrependerei! =)

É estranho dizer como me sinto agora, visto que estamos em risco eminente de vivermos longe umas das outras, mas se resultou ate agora, depois com popós também há-de resultar!

Bah nao quero ser (mais) lamechas lol
Só pa repetir a ideia que vos amo, minhas princesas! =)



[O vídeo foi o k se arranjou, o importante é a música! (= vejam a letra, por favor *.*]





quarta-feira, 26 de agosto de 2009






"When you believe..."
Custa a acreditar, por vezes...
Falham as forças e o caminho parece cada vez mais longo...
Acontece-me a mim e todos nós, é normal, ninguém "é de ferro"...
Se soubessem o quanto adoro estar convosco, minhas piscas... :) Recarrego baterias...
Foram, são, e serão sempre tardes lindas, onde imperam os sorrisos e se perde a conta às gargalhadas! *.*
Ao vosso lado, acredito, porque o facto de ter pessoas com vocês a gastarem tempo comigo faz-me pensar afinal até tenho alguma sorte ;)
Sempre que a explosão nos vossos coraçõezinhos estiver prestes a acontecer, a vossa obrigação é libertar piroclastos em mim! :'D
Convosco aprendi algo que serve para voçês também: as coisas mudam, mas nunca se sabe o futuro. Afinal de contas, nunca sabes o que se esconde atrás de uma montanha... *.*
É mais fácil julgar quando se está de fora, e vocês conseguem estar sempre na linha da frente... +.+ Um "obrigado" grande, com direito a retribuição!
"In our hearts a hopeful song" ««« Sempre juntas! =)

Adoro-vos, Káká e Cris <3

domingo, 23 de agosto de 2009


Quando nos faltam as palavras, falam os gestos.
Falam os olhares, falam os suores frios, os arrepios e as faces coradas, falam os sentimentos.
Não vês uma imensidão de coisas: a música, a amizade, a força, a parte importante do mundo.
Contudo, é essa parte que tem mais poder em nós. Então porque não acreditar também no poder do amor?
Também não o vemos. Apenas o sentimos e é o suficiente.
É o necessário para nos fazer rir, ou nos fazer derramar uma lágrima em instantes; para nos atirar para o fundo do poço, ou para nos elevar às estrelas com o sorriso mais brilhante, mais contagiante de todos.
É o suficiente para alguém ser feliz. Por umas horas, só. Ou constantemente quando sentimos que há um sentimento igual do outro lado.
Nem todos lutam. Nem todos admitem. Nem todos dão uma hipótese. É aí que olhamos em nosso redor e vemos os amigos fantásticos que temos, e as pessoas que não aguentam estar ao nosso lado numa má altura.
As horas acabaram e o tempo passou depressa de mais. Tentar de novo.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009


Desde que terminou este último ano do secundário, desde que se aproximou a recta final, desde que nos apercebemos que na realidade, a maioria das promessas feitas não serão concretizadas, não por falta de vontade mas por falta de circunstâncias favoráveis, parece que tudo está mais cinzento.
Já li muitos textos sobre os amigos. Os bons, os menos bons, os que se separam, os que continuam juntos.
Sei que são palavras sentidas. Então, isto é o que eu sinto: sinto falta de uma aula em que estivéssemos todos juntos, a rir de uma qualquer asneira, ou brincadeira.
Sinto falta de esperar o toque, para sair em busca de encontrar aqueles olhos, que às vezes também me olhavam, e era tão bom! Oh, era como se fossem capazes de sorrir para mim.
Lembro-me de trocar olhares e partilhar risinhos com as pessoas mais importantes, e o mais certo é que nos riamos de tudo. O melhor mesmo, era rir do nada, o que me fazia regressar a casa, quase todos os dias, com uma sensação de leveza, de satisfação.
Talvez ainda não saiba bem quem sou, o que vou fazer, ou o que quero fazer, o que devo deixar acontecer, mas sei que amigos são aqueles que nos ouvem. Muita gente concorda, toda a gente lê, toda a gente diz isto a alguém. Aqui, o essencial é que eu acredito mesmo no que estou a escrever.
Os meus amigos ouviram-me sempre. Sempre fiz questão de controlar as lágrimas perto deles, nem sei bem porquê. Acho que simplesmente, não queria, não quero que me vejam a chorar. Prefiro ser eu a secar as lágrimas de alguém, como um bom anjo da guarda faz, do que deixar que percebam que também tenho rios de lágrimas prestes a cair. Mais uma vez, o que é realmente importante, é saber que se eu quisesse chorar, eles estariam lá. Poderei eu querer melhor?
“Não se pode ter tudo, Liliane, não podes ser boa em tudo! Há coisas que são demais para o teu bico.”
Sim, tens razão. Mas sabes, hoje considero que tenho o que há de mais relevante na minha pequena existência: um grupo de amigos ligado por algo forte, que me ajuda a levantar, e outras vezes nem sequer me deixa cair.
São férias, e todos desesperam porque o grupo não se reúne todo. Eu não penso assim. Vejo que, embora não estejamos todos aqui ou ali, quando algo importante acontece com algum de nós, a felicidade é partilhada, continuamos unidos por aquela coisinha invisível que também a mim consegue fazer sorrir.Também já lhes agradeci muito. Acho que tenho, sim, que continuar a retribuir-lhes, longe ou perto, aqui ou por onde o destino nos levar… *.*

Serei mesmo a típica menina que vive no mundo encantado da fantasia?
Às vezes até no destino acredito. Mesmo!
Por exemplo, acredito que vieram alguns jovens de lugares mais distantes para perto de mim, e se calhar o destino tinha uma missão para eles, não foi por acaso: percebi que o importante não pode mesmo ser a opinião e/ou critica dos outros, mas sim o facto de conseguirmos dar e receber amor das pessoas a quem mais queremos! *.*
E se calhar o facto de eu me ter tornado tão amiga, tão íntima, tão parte de alguém como “ela” fez com que eu visse a importância que uma amiga tem, porque ela é impressionante, é magnífica, ouve-me sempre. Quero ser assim, só quero retribuir-lhe, a ela e a todos, para que se sintam como eu, agora.
Talvez também não seja por acaso que “Ele” voltou. Porque já havia outro “ele”a sondar o meu pensamento, o segundo “ele”, por quem eu me deixava levar, e que se afastava e se aproximava vezes sem conta sem que eu conseguisse parar isso. E ainda outro “ele”, que tentava tomar o lugar deste segundo, mas que para mim, não tinha qualquer comparação, qualquer hipótese. Mas “Ele” voltou. Consegui baralhar-vos? Óptimo! ;)
Este “Ele”, pelo qual já consegui sentir os sentimentos mais opostos do mundo, voltou e em força. Eu não devia, eu não queria, eu não quero sonhar mais. Mas aqueles olhos, aquela voz, o toque do cabelo macio na minha pele, o facto de sentir de novo as faces tocarem-se, de relembrar como era ter a mão dele em mim, sentir a suavidade de cada momento, faz-me pensar que se calhar do ódio ao amor vai meio passo apenas.
Concordo quando me dizem que é possível “receber transfusões de amor”. Sim, e de alegria também. E de simpatia. E basta que este “Ele”, o verdadeiramente importante, me deixe redescobri-lo. Excepto duas ou três pessoas, todos vêem para mim algo diferente, tão longínquo daquilo que eu sonho, que penso, se a maioria estiver certa, talvez o destino se tenha enganado no meu projecto. Paciência.
Voltou a sensação de que tudo está bem quando ele me responde, quando ele me sorri.
Voltou o sorriso parvo na minha cara.
Voltei a tremer quando falo ou escrevo para “Ele”.
Voltei a pensar duas vezes nas palavras usadas, porque quando estamos em risco de ter algo tão bom, fazemos tudo de forma a proteger o nosso pequenino sonho, que é ao mesmo tempo, o nosso maior segredo... +.+

quinta-feira, 20 de agosto de 2009


A única fantasia de Carnaval que a minha mãe me comprou foi de fada.
Meu deus, como eu me sentia bem lá dentro!
Sentia-me princesa, mas sabia que não era, era fada, personagens completamente distintas.
Será que é mesmo o meu destino? Ser a fada madrinha dos amigos, das amigas, até dos simples conhecidos?
Ter o dom de cuidar deve ter algo de maior que ser cuidado, algo de grandioso que ainda procuro.
Se for isso que está escrito, resta-me sorrir por causar sorrisos.