domingo, 24 de junho de 2012

Tudo dito.

“Às vezes o dano causado pelas nossas palavras é óbvio, e outras vezes não;
 porém o dano não se torna menor pelo facto de não sermos capazes de ver as pessoas que sofrem em função de nossas palavras.” (Tolstoi)

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Precisava mesmo de um abraço agora. De ficar assim quietinha, no mimo, no quentinho... A sentir apenas os perfumes e as respirações. Precisava mesmo de parar de pensar. Precisava mesmo de ti.
Há dias em que me sinto mesmo sozinha. Sinto-me mesmo a mais.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Ela gostava demasiado dele para se apaixonar, quer fosse por ele, quer fosse por outra pessoa.
Não podia arriscar-se a perder o que tinha conquistado. Mas também não podia arriscar-se a perder algo que não sabia existir do outro lado.
A tentar sentir-me forte em vez de "não sincera" por colar um sorriso o dia todo.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Cativada.

"Estive a pensar, sabes? Na primeira vez que nos vimos, na primeira vez mesmo...naquele dia em que fomos àquele café...sabes? Logo nessa primeira vez, estivemos de mãos dadas! A falar, no café, e de mãos dadas... Acho que nunca me tinha acontecido. Não me lembro de me ter acontecido... Foi logo na primeira vez, e estávamos assim!"


Eu reparei nisso desde o primeiro toque. Porque se calhar não esperava mesmo estar de mãos dadas contigo, ali. Mas foi tão natural que não pensamos, acho. E é muito melhor assim, natural, sincero. Não estava à espera que pensasses no gesto ou nos pormenores, que te lembrasses disso. Devo dizer-te que se há coisa que me cativa é alguém que age, para além de usar as palavras certas.