quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

"...Deitada no teu ombro vivia o meu sonho contigo, o nosso sonho. Até acordar para pensar se estavas a abraçar-me e a sonhar os teus sonhos sem mim. (...)
O meu amor, o meu amor que é teu, deitou fogo ao meu sossego, tanto era o amor que te tinha e o terror da certeza de perder-te..."

1 comentário:

KákáChi disse...

Não há certezas neste mundo.
Po vezes, por mais forte que seja o amor, também tem de haver lugar para a fuga deste.